O plano de estimulo à economia delineado pelo presidente eleito Barack Obama deverá incluir um pacote de incentivos fiscais na área energética da ordem dos 25 mil milhões de dólares (cerca de 18,5 mil milhões de euros). Obama está a rever partes do seu plano de estímulos e tudo aponta para que o aumento do pacote para a energia seja um dos pontos com alterações “significativas”. O objectivo é reduzir a dependência do petróleo – um dos pontos fortes do plano – através de uma aposta massiva nas energias renováveis. Antecipa-se que sejam concedidos créditos fiscais aos produtores de energias renováveis num total de 8,6 mil milhões de dólares (6,38 mil milhões de euros), até porque os produtores de energia eólica e solar nos Estados Unidos, na sua grande maioria, ainda não são rentáveis e devem ter incentivos ao aumento da produção.
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